Treze pessoas foram presas nesta quarta-feira (16) durante a segunda fase da Operação ‘Trapiche’, deflagrada na Paraíba contra integrantes de uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, homicídios e outros crimes. Ao todo, foram cumpridos 30 mandados no estado.
As ordens judiciais incluem 13 prisões preventivas e 17 mandados de busca e apreensão. Uma das prisões ocorreu em São Paulo e as outras 12 foram realizadas na Grande João Pessoa.
Além das medidas contra os investigados, a Justiça determinou o bloqueio de ativos financeiros de até R$ 750 mil, o sequestro de bens e outras restrições patrimoniais. As medidas têm como objetivo atingir também a estrutura financeira do grupo investigado.
Uma das prisões ocorreu na Comunidade do S, no bairro do Roger, em João Pessoa. Segundo a Polícia Civil, a mulher detida é apontada como “primeira dama do tráfico de drogas” na região e seria esposa de um dos líderes do tráfico na comunidade.
A operação é conduzida pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado na Paraíba (FICCO/PB) e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), com coordenação da Polícia Federal e participação das polícias Civil e Militar.
A segunda fase da Trapiche é um desdobramento da primeira etapa da investigação e também busca avançar na apuração da movimentação financeira da organização criminosa.
A ação integra a Operação Força Integrada IV, iniciativa nacional realizada simultaneamente em 24 estados brasileiros. Na Paraíba, a FICCO reúne órgãos das áreas de segurança pública e administração penitenciária.
As investigações continuam para esclarecer a participação dos suspeitos e identificar outros possíveis integrantes da organização.





