A Copa do Mundo de 2026 começa nesta quinta-feira (11) com a promessa de ser a maior edição da história do torneio. Pela primeira vez, a competição será disputada em três países, México, Estados Unidos e Canadá, e contará com 48 seleções, ampliando a participação de equipes de diferentes continentes.
A Fifa aposta em um evento de alcance global ainda maior que o registrado no Catar, em 2022. Além do crescimento dentro de campo, a entidade destaca o papel da Copa como um espaço de integração entre povos, culturas e tradições de diferentes partes do mundo.
Entre as novidades desta edição está o Estádio Azteca, no México, que se tornará o primeiro do planeta a receber três jogos de abertura de Copas do Mundo. A cerimônia inaugural também contará com apresentações musicais realizadas nos três países-sede, reunindo artistas internacionais e atrações locais.
Apesar da expectativa em torno do torneio, a competição já começou cercada por controvérsias. Questões ligadas à política migratória dos Estados Unidos têm gerado dificuldades para atletas, árbitros e torcedores de alguns países.
Casos envolvendo a delegação do Irã, o jogador iraquiano Aymen Hussein e o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan ganharam repercussão após problemas enfrentados para entrar em território norte-americano. A situação levou a Fifa a dialogar com autoridades locais em busca de soluções para facilitar a participação dos envolvidos.
Outro tema que tem gerado debate é o valor dos ingressos. A edição de 2026 está entre as mais caras já realizadas, com entradas para as fases decisivas chegando a milhares de dólares.
Mesmo diante das polêmicas, a expectativa é de que o Mundial reúna milhões de torcedores ao redor do planeta e mantenha a tradição de ser um dos maiores eventos esportivos do mundo.





