Nesta segunda-feira (12), a grande quantidade de peixes mortos encontrada no açude velho, em campina grande, voltou a expor problemas antigos do principal cartão-postal da cidade. O mau cheiro se espalhou pela área e causou incômodo a moradores, comerciantes e quem circula pelo local.
O volume registrado desta vez chama atenção e especialistas apontam que o excesso de nutrientes na água, aliado ao calor intenso, ao baixo nível do açude e à pouca circulação da água, reduz drasticamente o oxigênio disponível, levando à morte dos peixes.
Equipes da Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente (SESUMA) atuam no local para a retirada dos peixes mortos, com o objetivo de reduzir o mau cheiro e evitar outros impactos ambientais e à saúde pública.
A situação ainda está sendo analisada e amostras da água estão sendo coletadas para identificar os fatores que contribuíram para o problema. Entre as hipóteses avaliadas estão a baixa oxigenação da água e as condições ambientais do reservatório, que podem ter sido agravadas pelo calor e pelo baixo volume do açude.
A expectativa é que medidas emergenciais sejam discutidas para evitar novas perdas, enquanto o monitoramento do açude velho continua.






